martes, 30 de diciembre de 2014

Expo Vivienda Social: Una actividad realizada para continuar la promoción de la Vivienda de Interés Social

Expo Vivienda Social: Una actividad realizada para continuar la promoción de la Vivienda de Interés Social

Carina Bertiz, directora de la Editorial Ideas Uruguay presentó este mes el encuentro Expo Vivienda Social, realizado para la promoción de proyectos inmobiliarios abarcados por dicha ley.

Es el tercer salón inmobiliario organizado por la empresa en este 2014. El anterior fue apenas un mes antes, en noviembre, cuando se presentó el Salón Inmobiliario de Paraguay en Asunción y anteriormente, la edición del Uruguay Real Estate en agosto.

Ideas Uruguay realizó una invitación para aquellas empresas que estuvieran interesadas en el seguimiento del proyecto. Este emprendimiento recibió el apoyo del Ministerio de Vivienda, Ordenamiento Territorial y Medio Ambiente (MVOTM), la Agencia Nacional de Vivienda (ANV) y el Banco Hipotecario del Uruguay (BHU).

La actividad también ha recibido el apoyo de la Asociación Nacional de Rematadores, Tasadores y Operadores Inmobiliarios (ANRTCI), la Asociación de Agentes Inmobiliarios del Uruguay (ADIU) y la Sociedad de Arquitectos del Uruguay.

El objetivo de la editorial es crear un ámbito para que los desarrolladores de edificios y las inmobiliarias encargadas de la comercialización, tengan la posibilidad de contactarse con el comprador interesado en adquirir una Vivienda Social.

Carina Bertiz aseguró al diario El Observador que “la idea nace producto de la necesidad de promocionar y difundir los múltiples proyectos que se han desarrollado bajo esta Ley que le darán a gran parte de la población la oportunidad de acceder a la vivienda propia y conocer la oferta de proyectos a comprar. A los desarrolladores les brindará una herramienta de difusión y contacto directo con los compradores”.

También agregó que “a diferencia de los anteriores no habrá congreso. Es solamente una exposición, ya que el objetivo principal de la feria es poner en contacto a posibles compradores con los proyectos”. Participaron un total de 30 stands, entre los que se destacan la Revista Opción Inmobiliaria (producto de Ideas Uruguay), Inmobiliaria MyM, KopelSanchez, Justany, EDL, Soc de Arquitectos, ADIU, ANTRCI, Proyecto Ibirapita, Uruterm y Bromyros.

La jornada de exposición se extendió hasta el día viernes 12 de diciembre con entrada gratuita y abierta a todo público y se destacó gracias a la presencia de Carina Bertiz, del ministro de Vivienda y Ordenamiento Territorial, Francisco Beltrame y de Eduardo Franchi, presidente de la Asociación Nacional de Rematadores, Tasadores y Corredores Inmobiliarios.

Habitação Social Expo: uma atividade realizada para continuar a promoção de Habitação de Interesse Social

Carina Bertiz, diretor da Editorial Ideas Uruguai apresentou este mês reunião Habitação Social Expo, realizada para a promoção de projectos imobiliários abrangidos pela Lei.

É o terceiro show propriedade organizada pela empresa neste 2014. O texto acima foi apenas um mês antes, em novembro, quando a exposição imobiliário em Asuncion Paraguay apresentados e acima, a questão do Uruguai Imóveis em agosto.

Idéias Uruguai fez um convite para as empresas que estavam interessados em acompanhar o projecto. Este compromisso foi apoiada pelo Ministério da Habitação, Ordenamento do Território e do Ambiente (MVOTM), a Agência Nacional de Habitação (ANV) e do Banco Hipotecário do Uruguai (UBS).

A atividade também recebeu o apoio da Associação Nacional dos Leiloeiros, e Avaliadores Imobiliários Operators (ANRTCI), Associação de Corretores de Imóveis do Uruguai (ADIU) e da Sociedade de Arquitetos do Uruguai.

O objetivo da editora é criar um ambiente para desenvolvedores de construções e imóveis responsáveis pela comercialização, são capazes de entrar em contato com o comprador interessado em adquirir uma habitação social.

Carina Bertiz jornal The Observer disse que "as molas idéia da necessidade de promover e divulgar os muitos projetos que foram desenvolvidos ao abrigo desta lei que vai dar muito da população a oportunidade de acesso a casa própria e conhecer a projetos oferecem para comprar. A desenvolvedores dar-lhes uma ferramenta para divulgação e contato direto com os compradores.

Ele acrescentou que "ao contrário do anterior não congresso. É apenas uma exposição, uma vez que o principal objetivo da feira é conectar compradores potenciais com projetos ". Um total de 30 stands, entre os quais incluem a opção Inmobilirio (produto do Uruguai Ideas), Real Estate MyM, KopelSanchez, Justany, EDL, Soc de Arquitetos, ADIU, ANTRCI, Ibirapita Projeto Uruterm e Bromyros Magazine.

O tempo de exposição foi prorrogada até sexta-feira 12 de dezembro, com entrada gratuita e aberta ao público e, graças à presença de Carina Bertiz, o Ministro da Habitação e Ordenamento do Território, Eduardo Francisco Beltrame e Franchi, presidente enfatizou a Associação Nacional dos Leiloeiros, Avaliadores e corretores de imóveis.
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Balance Propriedade 2014 e algumas projeções para o futuro

Balance Propriedade 2014 Uruguai

O ano de 2013 foi marcado por uma queda na atividade do setor imobiliário em parte culpado pelas ações tomadas pelo governo argentino.

No entanto, em 2015, um mercado distinto estável é esperado, assim como bases e diferentes dinâmicas para 2016.

Para Contador Daniel Porcaro, especialista em imóveis, propriedades abrangidas pela lei sobre Habitação Social têm sido fundamentais para o mercado imobiliário em 2014. Graças a eles, ao longo do tempo a economia vai receber 1.400 milhões .

Segundo ele, no balanço da atividade imobiliária em 2014, tem havido um ciclo favorável em nossa economia que poderia manter os seus níveis de recolha desde o boom de 2007, mas com algumas quedas (por exemplo, 2013) no qual o primeiro trimestre tem diminuiu o dinamismo da venda de imóveis.

Recuperação e queda neste período, devido a razões de natureza regional e global. Em relação à melhoria palpável no mercado: desde 2006 o Uruguai obtém um investimento directo estrangeiro de mais de US $ 1.000 milhões por ano, chegando a cerca de US $ 3.000 milhões, hoje, portanto, a emergência externo, neste caso, têm particularmente afetado a renda, o que foi vital na área de construção. Os investimentos também têm ajudado a impulsionar a economia interna do nosso país.

Mas um dos efeitos nocivos da economia internacional, tem sido a baixa taxa de retorno que surgiu a partir de projetos existentes nos países desenvolvidos. "O mercado mudou-se durante este período o influxo de investidores que procuram colocar em excedente de renda 'tijolos'. A exigentes oportunidades de mercado para a colocação de dinheiro em excesso, ele não tinha nenhum destino de investimento financeiro por baixas taxas oferecidas "foi criada.

O abrandamento da actividade, as restrições argentinas têm afetado uma das principais fontes de investimento, bem como a diminuição do número de turistas. Essa queda tem sido constante desde 2012, quando acima de máximos investimentos no país vizinho foi de 36%, agora se movendo a uma média de 23%.

Eles também tiveram um papel importante, as expectativas dos principais jogadores em uma crise que parecia estar se aproximando, e da mesma forma, não há soluções foram apresentadas da maneira esperada. Portanto, uma vez que duas temporadas não atendeu às expectativas de investimentos em anos anteriores, além do fato de que as relações comerciais entre os dois países não é muito bom take. Outro fator importante é a questão da lavagem de dinheiro na Argentina e novas regras para investir no Uruguai. Assim fenômenos internacionais estão a ter um impacto crescente na coincidente com a globalização em que vivemos e também afetar o mercado de aluguer Uruguai.

Por isso, espera um 2015 com menos atividade do que os anos antes de 2012, mas estável. Este recurso pode passar a ter nenhuma mudança significativa no governo argentino. Se as mudanças fosse possível, os efeitos positivos seriam exibidos por exemplo, em Punta del Este, mas também em Montevidéu. Os investimentos imobiliários argentinos em Montevidéu destina-se a definir os ganhos para aproveitar as oportunidades de negócios no seu país. "Note-se que o preço de venda por metro quadrado utilizado em apartamentos Buenos Aires caiu 7% durante 2014 e ainda o mercado está paralisado; Alguns especialistas acreditam que a definição deve ser 35% menor para o mercado a ser reativado. "

O mercado poderia esperar um pouco "tónico" que o comprador com níveis sustentados de preços nos dias de hoje, mas, dependendo como vimos nos balanços das admissões e especialmente argentinos.

"Que esses preços caem em dólar dependem do fortalecimento da moeda ou a nível global e melhorar a competitividade do nosso país, que é muito caro em comparação com os preços internacionais."

Como positivo, além de atuar de Habitação Social, é o nível de construção registou em 2014, que, graças à criação desta lei permaneceu. Ele permite "atualizar o parque habitacional" naquelas áreas centrais da capital. Além disso, fornece soluções para a classe média, os jovens e fornece soluções de habitação para as cidades do interior. Os últimos dados disponíveis, realizar projetos de habitação social, colocados no mercado 9.640 casas nos próximos anos.

Isto não implica que o estado de distância do mercado imobiliário, no entanto, contribuir para o desenvolvimento deste sector "cerca de US $ 300 milhões em incentivos fiscais, mas o retorno para a economia como um todo estará 1,466 $ milhões, dos quais cerca de US $ 350 milhões para o pagamento de mão de obra ". Isso geraria um efeito positivo na economia, porque para cada dólar investido pelo Estado, voltaria quase cinco pelo pagamento de fatores de produção e dinamismo comercial.

Prevê-se que, em 2016, vai iniciar um novo ciclo de propriedade com diferentes dinâmicas. Uma recuperação da Argentina ou pelo menos mudanças que não são tão prejudiciais para o Uruguai é esperado, no entanto, é necessário para o nosso país para fazer um ajuste de preço. Deve reforçar a demanda doméstica (propriedades e aluguéis) e planejar a entrada de outros investimentos estrangeiros. Também seria benéfico para aumentar o número de pessoas que vêm para viver permanentemente ou longos períodos para o Uruguai, por exemplo, os aposentados.

O mercado imobiliário também é afetada por fundos de pensão e fundos mútuos. Por sua vez, este sector irá influenciar os empréstimos hipotecários de longo prazo concedidos pelos bancos. Ambos os fenômenos vai ajudar o negócio imobiliário mais transparente.

Além disso, a concorrência entre os projetos profissionais locais têm um aumento da concorrência em relação a outros países da região, por isso, os profissionais, desenvolvedores e profissionais de marketing devem aperfeiçoar seus procedimentos e estar em constante busca de oportunidades.

Não podemos deixar de mencionar que este foi um ano eleitoral e isso imobiliário também parcialmente paralisado. Os investidores também uma pausa para executar ou modificar os planos de investimento para ver como eles jogam ou jogar a nova administração.

Se conseguirmos estabilizar ou até mesmo melhorar o investimento estrangeiro, acompanhada por uma política adequada fiscal / monetária e recesso ou contenção da inflação, o país continuará crescimento estável. No setor imobiliário, como mencionado, será vital para promover o consumo interno.

O tema das medidas uruguaios relação de troca de informações fiscais também influenciou o mercado imobiliário. Enquanto você pode ter perdido alguns investimentos ou negócios, é importante que os países respeitem as regras e optar pela prevenção, saudável, claro fluxo de capital de investimento limpo. O mercado imobiliário foi confrontado com esta "bater" e atravessar melhor período para "acomodar", mas certamente, estamos no caminho certo.

Balance inmobiliario del año 2014 y algunas proyecciones para el futuro

Balance inmobiliario del año 2014

El año 2013 estuvo marcado por una caída de la actividad inmobiliaria responsabilizada en parte por las medidas adoptadas por el gobierno argentino.

Sin embargo, para el año 2015 se espera un mercado estable, distinto, y también con bases y dinámicas diferentes para el 2016.

Para el Contador Daniel Porcaro, especialista en Real Estate, las propiedades englobadas en la Ley de Vivienda de Interés Social han sido claves en el mercado inmobiliario de 2014. Gracias a las mismas, con el correr del tiempo la economía recibirá unos 1.400 millones de dólares.

Según sus palabras, en el balance de la actividad inmobiliaria del 2014 ha habido un ciclo favorable en nuestra economía que pudo mantener sus niveles de recaudación desde el auge del 2007, pero con algunos declives (por ejemplo el del 2013) en cuyo primer trimestre ha disminuido el dinamismo de la compra-venta de inmuebles.

La recuperación y caída en este período se deben a razones de índole regional y también mundiales. En cuanto a la mejora palpable del mercado: desde el año 2006 Uruguay obtiene una Inversión Extranjera Directa que supera los US$ 1.000 millones anuales, llegando a casi US$ 3.000 millones en la actualidad, por lo tanto, las crisis del exterior en este caso han afectado particularmente este ingreso, el cual era vital en el rubro de la construcción. Las inversiones también han ayudado a dinamizar la economía interna de nuestro país.

Pero uno de los efectos perjudiciales de la economía internacional, ha sido la baja tasa de rentabilidad que surgieron por los proyectos existentes en los países más desarrollados. “El mercado se movió durante este período al influjo de los inversores que buscaban colocar en ‘ladrillos’ el excedente de sus ingresos. Se creó un mercado demandante de oportunidades para colocar dinero excedentario, que no tenía destino en inversiones financieras por las bajas tasas ofrecidas”.

En el enlentecimiento en la actividad, las restricciones argentinas han afectado uno de los principales orígenes de las inversiones, así como en la disminución de las llegadas de turistas. Esta caída ha sido constante desde el año 2012, cuando anteriormente el máximo de las inversiones del vecino país era de 36%, pasando ahora a un 23% promedio.

También jugaron un papel importante, las expectativas de los principales agentes sobre una crisis que parecía avecinarse, y de igual modo, tampoco se han presentado soluciones de la forma que se esperaba. Por lo tanto, ya se llevan dos temporadas que no han cumplido las expectativas en cuanto a las inversiones de años anteriores, sumado a que las relaciones comerciales entre ambos países no es del todo buena. Otro factor importante es la cuestión del lavado de dinero en Argentina y las nuevas reglas de juego para invertir en Uruguay. Es así que los fenómenos internacionales están teniendo un impacto cada vez mayor en el mercado inmobiliario uruguayo, coincidente con la globalización que vivimos y afectando igualmente los alquileres.

Por lo tanto, se espera un 2015 con menor actividad que los años previos al 2012, pero estable. Esta característica puede seguir así de no haber cambios significativos en el gobierno argentino. Si los cambios fueran posibles, los efectos positivos se visualizarían por ejemplo en Punta del Este, pero también en Montevideo. Las inversiones inmobiliarias argentinas en Montevideo pretenden fijar ganancias para aprovechar las oportunidades de negocios de su país. “Tenga en cuenta que el precio de venta por metro cuadrado de apartamentos usados en Buenos Aires cayó un 7% durante 2014 y aun así, el mercado se encuentra paralizado; hay especialistas que estiman que el ajuste debe ser de un 35% a la baja para que el mercado se reactive”.

Al mercado podría esperarle una “tónica” más vendedora que compradora con precios sostenidos en los niveles de estos días, pero dependiendo como veíamos de los vaivenes internaciones y especialmente, argentinos.

“Que estos precios bajen en dólares, dependerá del fortalecimiento o no de dicha moneda a nivel global y de la mejora de la competitividad de nuestro país, que es muy caro comparado con precios internacionales”.

Como positivo, en adición a la Ley de Vivienda Social, se encuentra el nivel de construcción registrado en 2014, el cual se mantuvo gracias a la creación de esta ley. La misma permite “actualizar el stock inmobiliario” en aquellas zonas centrales de la capital. Brinda además soluciones a la clase media, a los jóvenes y otorga soluciones de vivienda a las ciudades del interior. Los últimos datos disponibles, dan cuenta que los proyectos de vivienda de interés social, colocarán en el mercado 9640 viviendas en los años venideros.

Esto no implica que el Estado se aleje del mercado inmobiliario, por el contrario, contribuirá al desarrollo de este sector con “cerca de US$ 300 millones de exoneraciones fiscales, pero el retorno para la economía en su conjunto será de US$ 1.466 millones, de los cuales casi US$ 350 millones son para el pago de mano de obra”. Esto generaría un efecto muy positivo en la economía, ya que por cada dólar invertido por el Estado, retornarían casi cinco gracias al pago de los factores productivos y al dinamismo comercial.

Se visualiza que para el año 2016, empezará un nuevo ciclo inmobiliario con dinámicas distintas. Se espera un repunte de Argentina o al menos cambios que no sean tan perjudiciales para Uruguay, sin embargo, es necesario que nuestro país haga un ajuste de precios. Se debe fortalecer la demanda interna (propiedades y alquileres) y planificar el ingreso de otras inversiones extranjeras. También sería beneficioso que aumentara el número de personas que vienen a vivir de forma permanente o largas temporadas a Uruguay, por ejemplo, jubilados y retirados.

El mercado inmobiliario también se verá afectado por los fondos de pensiones y fondos de inversión. A su vez, influirán en este sector los créditos hipotecarios a largo plazo, otorgado por las entidades bancarias. Ambos fenómenos ayudarán a que la actividad inmobiliaria sea más transparente.

Por otra parte, la competencia entre los proyectos profesionales locales tendrán una mayor competencia en relación a otros de la región, por lo tanto, los profesionales, desarrollistas y comercializadores deberán afinar sus procedimientos y estar en la constante búsqueda de oportunidades.

No debemos dejar de destacar que el presente fue un año electoral y esto también paralizó en parte la actividad inmobiliaria. Los inversionistas también hacen una pausa para ejecutar o modificar los planes de inversión para observar cómo se desempeña o desempeñaría la nueva administración.

Si se logra estabilizar o aún, mejorar las inversiones del extranjero, acompañado de una política fiscal/monetaria adecuada y el receso o contención de la inflación, el país continuará estable en su crecimiento. En el sector inmobiliario como ya mencionamos, será vital promover el consumo interno.

El tema de las medidas uruguayas en cuanto al intercambio de información tributaria también ha influido en el mercado inmobiliario. Si bien puede que se hayan perdido algunas inversiones o negocios, es importante que los países respeten las reglas y opten por la prevención, una inversión sana, limpia, con un flujo claro de capitales. El mercado inmobiliario debió hacer frente a este “golpe” y atravesar lo mejor posible el período de “reacomodo” pero sin dudas, vamos por buen camino.

viernes, 28 de noviembre de 2014

Aunque los créditos hipotecarios disminuyeron, hubo un aumento en los montos demandados

Créditos hipotecarios para vivienda

Los créditos inmobiliarios que fueron otorgados por bancos uruguayos durante el penúltimo trimestre de 2014, disminuyeron un 1,7% en relación al mismo período del año anterior.

La cantidad de préstamos fue de 1106, mientras que durante el 2013, llegó a los 1125. Si lo fuéramos a representar en millones de dólares, los bancos de nuestro país prestaron US$ 86,5 millones en el cuarto trimestre y US$ 236,3 en los primeros tres (desde enero hasta setiembre).

Ignacio Inthamoussu, gerente de Clientes Retail del Banco Santander, dijo que en este organismo el rubro del crédito hipotecario se encuentra en crecimiento sostenido sin presentar cambios con respecto a años anteriores. No solamente gracias a nuevas operaciones producidas sino también al incremento del precio de las viviendas.

El monto que en promedio han recibido quienes han solicitado préstamos para el financiamiento de viviendas, asciende a los US$ 78.249.

Aunque los préstamos (en cantidad) hayan presentado una disminución como veíamos en los primeros párrafos, las entidades bancarias observan que el mercado está marchando sin mayores complicaciones y esperan que los préstamos retomen su continuidad previa.

Las perspectivas para los próximos años son alentadoras, según Salveraglio, quien sostiene además que la demanda se mantendrá firme, especialmente por los proyectos en construcción que se están desarrollando gracias a la normativa de las Viviendas de Interés Social.

La presidenta del Banco Hipotecario del Uruguay (BHU) asegura que hay más de 300 proyectos promovidos gracias a la Agencia Nacional de Vivienda (ANV), lo que genera aproximadamente 6500 soluciones habitacionales que se encuentran en construcción. Salveraglio considera que el BHU podría financiar buena parte de las compras que sucedan el próximo año y también durante el 2016.

El programa Yo Ahorro (que ya tiene cinco años) también ha sido un importante promotor que ha ayudado a consolidar el crédito hipotecario, generando ahorristas que han estado acumulando capital en ese tiempo, y que ahora pasan a cumplir las condiciones para obtener el préstamo.

Para Inthamoussu, del Banco Santander, el panorama uruguayo también es bueno, no solamente para el comprador de viviendas nuevas o usadas, sino también para el promotor inmobiliario. La tendencia que se observa en el aumento de los ingresos, el empleo o los distintos incentivos del gobierno en cuanto a la Vivienda Social, conforman un contexto favorable para un crecimiento de las demandas de créditos destinados a las viviendas.

Para Gustavo Manriquez (gerente de banca minorista de Scotiabank) hay perspectivas estables, con un incremento del monto prestado. Sostiene que el mercado está en movimiento y hay desarrollos inmobiliarios interesantes, si bien también se detecta inflación en niveles más altos de los esperados.  Aseguró que “el crecimiento del segmento permite mejorar la rentabilidad del negocio, porque mejora la eficiencia por el lado de los costos operativos”.

Para Juan Carlos Alonso (director de Desarrollo de Negocio y Transformación Digital del BBVA) el mercado tiene posibilidades de desarrollarse más aún, siendo que “todavía los niveles de compras sin crédito son importantes y existen oportunidades para crecer”. Por otra parte, comentó que aunque la Vivienda de Interés Social ha sido beneficiosa para los negocios inmobiliarios, tampoco le quitan el foco a otras áreas de crecimiento como la construcción individual, las reformas y las ampliaciones.

El actual contexto en cuanto a la oferta de la banca, con tasas bajas a nivel record en los créditos, debería colaborar con la expansión del crédito hipotecario. Con una previsión de que los créditos irán en aumento, los bancos deben ser capaces de acompañar esta situación y ofrecer las mejores facilidades para el acceso.

sábado, 15 de noviembre de 2014

La inversión extranjera aumentó un 9% en el primer semestre de 2014

Inversiones extranjeras primer semestre 2014

En los primeros 6 meses del presente año, la Inversión Extranjera Directa (cuya abreviación es IED) aumentó un 9% en relación al mismo período del 2013. Llegó a la cifra de US$ 1.568 millones, mientras que el año anterior había conseguido unos US$ 1.439 millones. Este último dato fue presentado en un estudio de la Comisión Económica para América Latina y el Caribe (CEPAL).

Sin embargo, la inversión directa en América Latina, presentó una disminución del 23% debido a la ausencia de grandes adquisiciones y al enfriamiento de la minería. El estudio de la CEPAL abarcó a 13 países del continente y según declaran: "Entre los factores de la disminución de la IED hacia la región figura la ausencia de grandes adquisiciones empresariales durante el primer semestre de 2014"

También agregaron que "Otro elemento importante para varios países de la región es el enfriamiento de las inversiones en minería por la caída de los precios de los metales". Las regiones particularmente, han presentado porcentajes diversos, como el caso de Brasil cuya inversión de enero hasta agosto, aumentó un 8% interanual. México por el contrario, cayó estrepitosamente un 66% del mismo modo que Argentina, que dio saldo negativo.

En el caso de México, se retiró la empresa AT&T de la participación de América Móvil, lo cual no impidió que continuará “recibiendo flujos de IED en un nivel similar al de los cinco años anteriores, con un alto nivel de entradas en la industria exportadora y en particular en el sector automotriz", dijo la CEPAL.

En Argentina, la desinversión causada por la empresa española Repsol en la petrolera YPF, con la caída de aportes de capital y reinversión de utilidades.

En Chile, país que se tomó como referencia el mismo período, la IED cayó un 16 por ciento, pero según han estimado, es factible que los flujos tengan un aumento, gracias a la compra de la eléctrica CGE por parte de Gas Natural de España por 3.285 millones de dólares.

Perú presentó una disminución de IED en un 18%, al mismo que Colombia aumentó en un 10%. Según concluye el estudio, los países con empresas translatinas importantes, fueron las que acrecentaron la Inversión Extranjera Directa.

lunes, 22 de septiembre de 2014

Ocean Drive Punta del Este

Ocean Drive Punta del Este

El Ocean Drive se ubica en Punta del Este, sobre la Av. Roosevelt (en la parada 5) a cuatro cuadras de la Playa Brava, una de las más importantes del balneario. También se sitúa a la misma distancia del Punta Shopping, supermercados, cines y a un poco más de siete cuadras del Hotel Casino Conrad. Asimismo, está apenas a unos minutos de las movidas más destacadas de Gorlero o la Barra. Son dos torres majestuosas con la disposición de los mejores servicios para el público. Ofrece la comodidad de un hotel 5 estrellas

Las torres Ocean Drive abarcan un terreno de 15.000 m2 siendo un total de 140 unidades, de modo que el costo de las expensas se ve ampliamente reducido. Disfrutará de una arquitectura sólida, con materiales nobles del más alto nivel y un diseño vanguardista que lo enamorará de su hábitat.

Las torres Ocean Drive se destacan además por su exquisita oferta de amenidades para toda la familia. Posee tres piscinas climatizadas de las cuales dos están cerradas (podrá encontrarlas en la planta de cada torre), dos saunas: uno seco y otro húmedo, una sala de relax, gimnasio, centro de negocios, micro cine, Work office, Home Theater, salones para diversas edades: adultos, adolescentes y niños para disfrutar los 365 días del año. Para los niños: el Ocean Drive cuenta con una sala de juegos a prueba de sonidos, juegos en el parque, una piscina climatizada para ellos, sala de lectura y servicio de recreación diario. En el caso de los adultos, podrán pasar los mejores momentos de entretenimiento en el Ocean Drive gracias a dos canchas de tenis de polvo de ladrillo, una jaula de golf apta para las mejores prácticas incluso en invierno, más servicio de aqua gym.

Si se trata de amenities para compartir en familia, se halla un Club House de 800 m, con cuatro parrilleros equipados en su totalidad gracias a los muebles traídos del exterior con un destacado deck de madera, snack bar, barbacoa, una terraza enjardinada, así como una bici senda interna que recorre 500 metros de la propiedad.

El Ocean Drive Punta el Este presenta unidades de distintas tipologías, con comodidades para todos los gustos y demandas. Lo conforman 17 pisos y 8 unidades en cada planta. Hay departamentos de un dormitorio y medio, dos dormitorios y dos baños, y los más amplios, de tres dormitorios en suite. Todos se proyectaron para no perderse la increíble vista del Océano Atlántico.

Las habitaciones cuentan con calefacción por losa radiante individual, para tener la temperatura deseada todo el año.

Servicios del edificio: servicio de seguridad, recepcionista permanente, portería, encargado con control de la operativa del edificio y su mantenimiento. Servicio de mucamas, personal de limpieza con trabajo diario en temporada y semanal para el invierno, repaso general de los apartamentos, baños, cocina y tendido de camas. Hay garajistas en temporada y cámaras de seguridad para monitorear los accesos del edificio.

¡No se pierda esta espectacular oportunidad de vivir como nunca!: Contacto Ocean Drive Punta del Este

lunes, 11 de agosto de 2014

Edificio Infinity 21

El Edificio Infinity 21 se encuentra ubicado en el barrio de Pocitos/Punta Carretas, uno de los barrios más importantes de nuestra capital, sobre la calle 21 de Setiembre Nº 3015, entre Benito Blanco –al lado del Banco Santander- y Roque Graseras. 

Se halla solamente a dos cuadras de la rambla y a una del reconocido parque Villa Biarritz, un lugar rodeado de hoteles de renombre, negocios distinguidos (comercios, bancos, shoppings) y la mejor gastronomía que puede ofrecer la zona. La avenida más cercana es Ellauri, destacándose un entorno de mucho verde, perfectamente combinado con el diseño contemporáneo.

El proyecto Infinity 21 consta de 10 pisos a razón de un apartamento por piso. Están orientados al frente y al fondo con sus correspondientes terrazas (desde la mayoría es posible apreciar el mar y la rambla). Se trata de monoambientes exclusivos de grandes dimensiones, los cuales son superiores a los tamaños estándares (abarcan entre 34 y 57m2). Es una gran oportunidad para emplear como vivienda, oficina, estudio profesional o consultorio de diferentes tipologías y metrajes. En el edificio Infinity 21 también hay una unidad de un dormitorio de 100m2 con patio (situado en la planta baja) más un local comercial de doble altura y dos niveles, el cual mide 69,19m2 y cuesta U$S 420.000. Todos ofrecen el mejor confort.

Las unidades  del edificio Infinity 21 tienen un moderno diseño y concepción, con terminaciones de primer nivel, una presencia destacada por su flamante fachada y un hall de entrada con doble altura. Las unidades cuentan con losa radiante.

También podrá disfrutar de dos ascensores principales, garajes a elección (desde US$21.000) laundry en el primer nivel con lavarropas y secarropas, vigilancia las 24hs, portón eléctrico, Cámaras CCTV y aire acondicionado. En el piso número 11 del Infinity 21, podrá disfrutar de tres barbacoas con gran equipamiento (parrillero). Una de ellas cerrada y dos abiertas, más un área para eventos. Los gastos comunes son mínimos.

Ofrecemos una amplia financiación. ¡Consulte ya mismo! Por estas u otras unidades. 
Entrega inmediata.
Puede contactarnos en el siguiente link: Contacto Infinity 21

Otros datos de interés:
Gastos de ocupación 4%
Aumento por piso U$S2.500

Precios Edificio Infinity 21

 Planos Edificio Inifnity 21 (click sobre la imagen para verla ampliada)
Planos Edificio Infinity 21

viernes, 1 de agosto de 2014

Inversores extranjeros siguen siendo atraídos por las tierras uruguayas

Inversores extranjeros siguen siendo atraídos por las tierras uruguayas
Los inversores extranjeros continúan teniendo un importante interés por las tierras uruguayas

Según declara un artículo de la revista América Economía, la producción de materias primas en nuestro país tuvo una rentabilidad que no superó las expectativas planteadas, sin embargo, los inversores extranjeros conservan su atracción por las tierras uruguayas.

Se han mostrado interesados por la ciudad de Carmelo, actualmente un centro turístico y de negocios en crecimiento, donde se destacan los proyectos inmobiliarios.

Han invertido sus capitales en nuestro país, por más de que estos han tendido a la baja y cuentan con una demanda más “selecta”. El valor de los cambios más allá de estas características, se mantiene alto.

Según declaró el Dr. de Da Silva Agro-inmuebles, el mercado no va a desplomarse en un futuro, por lo que estos inversores sienten la seguridad necesaria para comprar activos tangibles, siendo las tierras uruguayas uno de estos ejemplos.

El mencionado operador también resaltó que el 90% de los clientes que provienen del extranjero y adquieren tierras en nuestro país, son organizaciones y particulares de Estados Unidos que están lejos de los fondos de inversión, salvo los potenciales clientes argentinos que podrían llegar a “especular con una mudanza de gobierno del otro lado del charco”.
 
Fuente de la informacion:

viernes, 25 de julio de 2014

Los valores de la construcción no bajarán

Los valores de la construcción no bajarán

Según informa la noticia del diario El País del pasado 20 de julio, habría menos actividad, una disminución de los negocios inmobiliarios en desarrollo y finalmente, una sobreoferta en el área de la costa. Sin embargo, los precios de la construcción no disminuirán debido a que nadie está dispuesto a construir por un precio de costo menor al establecido.

Si bien estos valores los termina definiendo el mercado, también se hace presente la necesidad que tiene el inversor de realizar sus ventas.

Según menciona la nota, hay centenares de apartamentos concluidos que no se han vendido, pero que a su vez, sus precios no se reducirán ya que el propietario de las unidades también los considera inversión.

Ninguno de los elementos actuales da la pauta de que vaya a haber una disminución de los precios en la construcción.

La nota también menciona los impactos en el sector: las viviendas que en este momento se están construyendo, abarcan el 25% de la demanda que posee la industria de la construcción actualmente. El restante 75% corresponde a los denominados “paquetes eólicos” y obras de infraestructura.

De los 66.000 trabajadores que están activos, la vivienda -en todas sus variantes- no alcanza a los 20.000.

Tomando en cuenta la ocupación, en el año 2013 disminuyeron 4.000 puestos de trabajo y en los primeros seis meses del presente 2014, se llevan 6.000 puestos.

Todos estos datos nos demuestran variaciones de las características esperadas en el mercado inmobiliario, pero que no necesariamente conducen a cambios bruscos y definitivos en el mismo. Es un nuevo escenario que muestra determinadas señales, pero nada es concluyente.

viernes, 11 de julio de 2014

Se proyecta Inversión para el desarrollo residencial y turístico en La Barra

Se proyecta Inversión para el desarrollo residencial y turístico en La Barra

Se presentaron capitales argentinos con un proyecto de fraccionamiento en la zona de La Barra, con el objetivo de desarrollar un emprendimiento de carácter inmobiliario, con destino residencial y turístico.

El territorio para tal proyecto abarca más de 270 Hás, situadas sobre el Camino del Cerro Eguzquiza a 3 kilómetros al norte de Ruta 10, lindante al sur/oeste con los humedales del arroyo Maldonado.

El gobierno del departamento en cuestión aprobó previamente el Programa de Actuación Integrada (PAI) así como el Informe Ambiental Estratégico, que fue presentado por el empresario Matías Schumacher.

El grupo inversor tiene como propósito desarrollar chacras marítimas del mismo modo que la construcción de un eventual complejo hotelero de categoría.

Luego se van a evaluar los diversos enfoques presentados en una audiencia pública y próximamente, será enviado a la Junta Departamental un proyecto de decreto con el fin de aprobar la “re categorización del suelo” en el área rural suburbana, a los efectos de desarrollar el fraccionamiento.

Material generado a partir de la información del sitio: El País

viernes, 4 de julio de 2014

Ofertas atractivas para los inversionistas globales

Ofertas atractivas para los inversionistas globales

Los inversionistas globales están acudiendo al mercado inmobiliario de Punta del Este para encontrar ofertas, oportunidad que han decidido aprovechar a causa de la caída de la inversión argentina.

La directora de Engel & Völkers, Sandra Sofio, afirmó que las inversiones globales en el balneario de Punta del Este “están muy polarizadas” ya que se agrupan en los extremos “más altos y bajos del mundo”. Engel & Völkers es una empresa de origen alemán que se especializa en propiedades de lujo y se instaló en Punta del Este hace cuatro años.

Las inversiones globales en Punta del Este, no solamente están afectando el mercado inmobiliario de la mencionada ciudad, sino también las zonas aledañas. Según Sancho Santayana, José Ignacio –conocido pueblo de pescadores de nuestro país- se está transformando por la compra de Luxury Properties hechas por inversionistas extranjeros.

Allí, los costos de las propiedades superan los US$ 600.000 y de los 150 propietarios de viviendas, se halla que más de la tercera parte son extranjeros.

La influencia de la caída de inversiones argentinas y su efecto en el mercado inmobiliario de Pta. del Este.

En este momento, los inversionistas argentinos son dueños de aproximadamente el 60% de los inmuebles en Punta del Este, pero en los últimos dos años, han tenido “poca injerencia” en nuestro mercado inmobiliario a causa del cepo cambiario y también por las políticas económicas del vecino país.

La devaluación producida en el mes de enero en Argentina, ocasionó que las propiedades se encarecieran “mucho más para los inversionistas de allí” y el mercado inmobiliario de la ciudad de Punta del Este, se haya desacelerado a causa de este hecho.

Material generado a partir de los datos del sitio: Ahorrar.com.uy

viernes, 27 de junio de 2014

El alquiler de locales comienza a desacelerarse

El alquiler de locales comienza a desacelerarse

El crecimiento de la oferta de inmuebles tuvo un aumento mucho mayor a su demanda. Esto sucedió en algunos lugares de Montevideo.

Para los comerciantes de la capital, continúa siendo un trabajo bastante dificultoso encontrar aquel local que se adecue a todos sus requerimientos y necesidades. El fenómeno mencionado en el párrafo anterior, ocasionó que el alquiler de inmuebles disminuyera en relación al aumento sostenido de ofertas.

Las inmobiliarias que estudian el asunto, sin embargo piensan que el mercado está firme, pero más enlentecido.

El crecimiento se vislumbró en el barrio Reus (Arenal Grande) así como sus calles transversales. A su vez, también existen locales que están el proceso de construcción, por lo que la oferta también continuará en aumento, a la vez que la demanda se mantiene constante.

Se mantuvo la “sobreoferta” en la calle 21 de setiembre y en las cercanías del Shopping Punta Carretas. También tuvo un aumento sostenido la zona de los alrededores de la calle Arocena en el barrio de Carrasco.

Los precios se mantienen porque los propietarios optan por no abaratarlos. También se puede percibir enlentecimiento en las calles 8 de Julio y 8 de Octubre, ya que están quedando algunos locales vacíos.

Los contratos promedian en los 2 años y según opina gente que sabe de la materia, los precios deberían bajar para que el mercado regrese a su dinámica previa.

Por otro lado, como también mencionábamos es un trabajo bastante arduo para la demanda de estos locales, encontrar uno que cumpla con sus exigencias, por ejemplo el tamaño y el espacio del frente.

Si dos locales poseen la misma superficie, pero uno de ellos tiene dos veces más de tamaño en el frente, es usual que su precio sea hasta un 50% más alto.

En el Centro de la capital, los locales más demandados pueden situarse en torno a los 100 m2.

Quienes alquilan un local, llegan a pagar $100.000 mensuales por uno con el metraje especificado (y sobre una avenida principal), pero éstos son aún más costosos en la franja que se extiende desde la Universidad de la República hacia la Plaza Independencia.

De todas formas, cada negocio deberá tomar en cuenta la importancia de llegar a su público objetivo.

viernes, 20 de junio de 2014

Proyecto inmobiliario en Río Negro

Proyecto inmobiliario en Río Negro


La intendencia de Río Negro decidió realizar un llamado a licitación, para las próximas semanas para la concreción de un proyecto inmobiliario, cuyo costo se estima en los 200 millones de dólares, según palabras del intendente Omar Lafluf.

El proyecto va a llevarse a cabo en un área que sobrepasa las 70 hectáreas, a lo largo de la Panorámica que recorre las barrancas del río Uruguay, entre Fray Bentos y Las Cañas.

Según la información, hace tres años que la intendencia está detrás de este proyecto, que se trata de un barrio residencial de casi 200 viviendas, la extensión del campo de golf con el objetivo de llevarlo a 18 hoyos, un puerto náutico para 60-70 amarras más un hotel de cuatro estrellas.

No sólo se trata de un proyecto turístico de gran relevancia, sino que otorgará una importante infraestructura se servicios al paisaje de Fray Bentos y al Anglo, siendo que es probable que se declare patrimonio de la humanidad.

Los capitales que están en vista de presentarse al llamado, provienen todos de Argentina y son tres grupos de inversores que van a disputarse todo el paquete.

La propuesta va a desarrollarse en una extensión de 73 hectáreas, actualmente potestad de la intendencia. Se venden los predios que están destinados al hotel y a las casas que servirán de vivienda.

Material generado a partir de la fuente: www.elpais.com.uy

viernes, 13 de junio de 2014

Seis de cada 10 hogares es propietario de vivienda

Seis de cada 10 hogares es propietario de vivienda

Según los datos aportados por la Encuesta Continua de Hogares 2013 (ECH) que fueron divulgados por el Instituto Nacional de Estadística (INE), el 60,4% de los hogares uruguayos resultan propietarios de su vivienda.

El propio estudio también nos informa que el 17,8% son inquilinos, el 21,1% corresponde a los ocupantes con permiso y el 0,7% es el porcentaje de los ocupantes sin permiso.

Artigas es el departamento con más propietarios (un 70%). En la otra punta, Maldonado es el departamento con menor número de propietarios (un 54,4%). Por otro lado, Montevideo es el que tiene más inquilinos (un 22,9%) y Durazno es el que cuenta con más “ocupantes con permiso”, llegando al 29,5%. Finalmente, Paysandú es el departamento que posee más “ocupantes sin permiso”, alcanzando el 2,1%.

La información presentada también aporta que el 8,4% de los hogares participantes de la encuesta, tienen “problemas múltiples” en relación a su vivienda. Asimismo, San José es el departamento que reúne mayores dificultades (cuantitativamente) llegando al 15%. Treinta y Tres se coloca por detrás con un 13,4%, siguiendo Salto con el 13,3%.

Maldonado es el departamento que exhibe menos problemas de estas características, concentrando un 4,2%.
El estudio tuvo en cuenta las condiciones de las paredes externas de materiales livianos sin revestimiento, adobe, o materiales provenientes de desecho. Además se consideró el techo liviano sin cielo raso, de quincha, o de materiales también provenientes de desecho; muros con grietas; puertas o ventanas que no se encuentren en condiciones, grietas en el suelo, la caída del revoque en las paredes y/o techos, o la inundación de la vivienda cuando llueve, entre otros factores.

Material generado a partir de la información del sitio www.elpais.com.uy

viernes, 6 de junio de 2014

Información sobre créditos y Vivienda Social

Negocios inmobiliarios

La asesora económica del Banco Santander, Marcela Bensión, indicó que “hay una creciente disposición de los bancos a otorgar créditos hipotecarios, factor que se ha conjugado con una mayor demanda de préstamos para vivienda, y en vez de un alquiler muchos prefieren pagar una cuota bancaria que a largo plazo le permita convertirse en propietario".

De igual modo, la economista sostiene que la Ley de Vivienda de Interés Social, que fuera aprobada en el año 2011, agilizará el proceso de crear nuevos negocios en un sector que anteriormente no tenía participación. Según sus palabras: "Consideramos que el rubro de las compraventas vislumbra nuevas oportunidades, ya que la ley les da incentivos a los promotores para construir en determinados barrios y además apuntala la demanda de ciertos segmentos a través de programas de garantías de créditos".

Desde una mirada internacional, Marcela señala que se está presentando un "escenario de rebalanceo global" que se aleja de las crisis registradas en Europa y EEUU, durante los años 2008-2009, lo que genera que estas economías recuperen algo de su dinamismo. 

A pesar de esta información, también suceden efectos no tan deseados, como por ejemplo, la merma del ritmo de crecimiento para las llamadas economías emergentes, lo cual Bensión manifiesta de la siguiente manera: “No estamos pronosticando una posible crisis para estos países, sino simplemente un ajuste de la bonanza experimentada en los últimos años".

Por tales efectos, "los inversores del mundo comienzan a mirar con más interés las economías avanzadas". Esto podría redundar en la emigración de capitales financieros de América Latina.

La economista hizo algunos además pronósticos en relación al PBI, que estará marcado por una “tendencia a la desaceleración” durante este 2014, finalizando en un 3,0%. Por último, prevé una inflación del 8,9%, así como una devaluación de la moneda uruguaya en un 14% que hará subir el valor del dólar a $24,40.
 
Material generado a partir del portal http://www.montevideo.com.uy

lunes, 19 de mayo de 2014

Torres Ocean Drive

Torres Ocean Drive Inmobiliaria Plaza Mayor

Son dos torres con servicios de primera calidad, situadas en Punta del Este, Maldonado, los cuales aseguran a sus residentes la mejor comodidad, como si de un hotel de 5 estrellas se tratase. Las Torres Ocean Drive se ubican en la Av. Roosevelt, cerca de las mejores playas de este balneario. Se extienden sobre una superficie de 15.000 m2 y son un total de 140 unidades distribuidas en 20 pisos, por lo que aseguramos un bajo gasto en expensas.

El proyecto Ocean Drive tiene una vista inigualable al Océano Atlántico, cerquita de los mejores servicios de la península. Llegar a la Plaza Brava -parada 8- le llevará apenas una caminata de 400 mts, y un poco más para acceder a la Plaza Mansa -parada 3-.

Desde las Torres del Ocean Drive, Punta del Este quedará a sus pies. El barrio es además muy calmo, con enormes jardines y espacios verdes que “miran al mar y respiran paz”.

Si desea mantenerse activo todo el día, dispondrá de la mejor movida gracias la cercanía (cuatro cuadras) del Punta Shopping, cadenas de supermercados, cines, y a poco más de siete cuadras, estará en el Hotel Casino Conrad. También podrá disfrutar del movimiento de Gorlero o de la Barra.

Es un nuevo concepto de placer que lo acompañará durante todo el año. 

Servicios Torres Ocean Drive:

Las Torres Ocean Drive contienen dos piscinas climatizadas (una de ellas es cerrada), un spa con sauna húmedo, sauna seco y una camilla para recibir masajes, un gimnasio completamente equipado y un Business Center. Hay salones para todo tipo de público: adultos, adolescentes y niños. Para los chicos, se encuentra una sala de juegos “a prueba de sonidos de algarabía infantil”, esparcimientos en el parque y una piscina de grandes extensiones.
El público adulto podrá disfrutar de dos canchas de tenis de polvo de ladrillo, una jaula de golf para practicar, incluso en los meses de más frío.

En el Ocean Drive también tendrá a su disposición un hidromasaje exterior, un gran deck de madera, una terraza ajardinada sobre el salón de fiestas, y una bici-senda interna que recorre 750 mts del predio. Todos estos servicios además de reconfortarlo, le harán pasar un excelente momento entre amigos, gracias a los tres parrilleros a su disposición, equipados con mobiliario italiano.
Otros de los servicios, abarcan: un snack bar, salas de lectura, un Work Office y un Home Theatre.

La calefacción es por losa radiante, pero desde todos los apartamentos podrá disfrutar de la brisa marina.
Las tipologías de las unidades del Ocean Drive son las siguientes: apartamentos que van de dos a cuatro dormitorios en suite, con las mejores comodidades y servicios para todos los gustos.

Los apartamentos más pequeños contienen dos dormitorios y dos baños, un estar-comedor con terraza y una cocina aparte con terraza de servicio. Las unidades más amplias contemplan cuatro dormitorios, cada uno de ellos en suite, más una toillete social. También hay unidades de tres dormitorios y tres dormitorios + habitación de servicio. Se distribuyen en una arquitectura sólida, sustentada en materiales nobles de la más alta calidad. Un diseño de vanguardia que se destaca del resto de los emprendimientos inmobiliarios gracia a su alta gama.

lunes, 12 de mayo de 2014

Edificio Dot 26

Edificio Dot26 Inmobiliria Plaza Mayor

El Edificio Dot 26 está ubicado en la calle 26 de Marzo Nº 3282 y 3284, entre Osorio y la esquina Buxareo en el barrio de Pocitos Nuevo. Un punto estratégico situado en medio de Malvín y el barrio Centro. La zona se caracteriza por su constante crecimiento y la sofisticación de servicios, haciendo de este sitio el ideal para vivir. Seguridad, practicidad y confort en pleno auge urbano. Asimismo, se encuentra a pocas cuadras del Montevideo Shopping, del World Trade Center (WTC) y de la playa Pocitos.

El Edificio Dot 26 tiene 10 pisos, con un total de 38 apartamentos y un local comercial en la planta baja. Las tipologías son mono-ambientes, uno y dos dormitorios, más un pent-house en el último nivel. Las unidades de uno y dos dormitorios tienen su propio parrillero individual. Las superficies empiezan desde los 31.94 m2.

Podrá contar con una barbacoa en el onceavo piso, parrillero en el piso doce, estacionamientos a elección en la planta baja y el subsuelo. Las cocheras del Edificio Dot 26 están equipadas con un portón de acceso automatizado.

La calefacción es por losa radiante eléctrica individual, los pisos son de parquet flotantes en el living y los dormitorios. Estos últimos están equipados con cortinas de enrollar.

Los baños tienen piso de porcelanato, o de cerámica de primer nivel. Los artefactos de losa sanitaria de la más alta calidad y la grifería monocomando cromada.

La cocina también posee pisos de porcelanato o cerámica de primera calidad, con una pileta de acero inoxidable simple. Hay placares en la parte baja de la mesada y también en el nivel superior. La información contenida en los planos informan que la terminación incluye un melamínico o similar.

Los dormitorios están equipados con estantes y barra para colgar, con el mejor aislamiento acústico.

En el Edificio Dot 26 podrá disfrutar de un gimnasio, solárium y un salón de usos múltiples. Es un proyecto en construcción inmejorable para una calidad de vida Premium.

Precios Edificio Dot26
Garage a partir de los us$ 22.000
Los gastos de ocupación ascienden al: 5%

miércoles, 7 de mayo de 2014

Edificio Estrellas del Sur

Edificio Estrellas del Sur Inmobiliaria Plaza Mayor

El Edificio Estrellas del Sur es un proyecto en construcción amparado por la Ley de Vivienda Social.

Está situado en un lugar de especial encanto ya que se trata de un barrio con mucha historia, del cual varios artistas se inspiraron para representar la identidad capitalina. Todas las tradiciones que identifican al barrio (nos referimos al barrio Sur), dieron origen a este proyecto denominado Estrellas del Sur.

Se encuentra cerquita de la rambla, entre las calles Ejido e Isla de Flores, así como del Dr. Aquiles Lanza y Gonzalo Ramírez.

La existencia de la ex fábrica Strauch condiciona que la zona se destaque por su progreso inmobiliario, consolidando aún más este barrio.

El entorno es inigualable, con parques de diversiones, amplios espacios verdes, instituciones educativas, tiendas y comercios de todo tipo, y varios puntos de interés turísticos entre los que se destacan la calle Carlos Gardel: un lugar especial por su promoción del carnaval uruguayo y la Plaza Medellín, que al circundar el proyecto en construcción, aumentan aún más su valor.

Estrellas del Sur
está constituido por dos torres de 12 y 24 pisos, más otro edificio de 3 niveles que dispone de variadas comodidades, el cual también cuenta con locales comerciales. Por otra parte, podrá encontrar un destacado espacio recreativo que integra a la adyacente plaza Zitarrosa.

En relación al proceso de construcción, como primera etapa está contemplada la torre de 12 pisos, situada en la calle Ejido. Contará con un total de 100 unidades de uno, dos y tres dormitorios, terrazas comunes y terrazas de servicio con previsión para aire acondicionado en el living y en el dormitorio principal. Se establecerá seguridad las 24hs del día.

Habrá una barbacoa completamente equipada en el último nivel y el emprendimiento dispondrá de garajes opcionales.

Las terminaciones del edificio Estrellas del Sur son de primera calidad, con amplios ventanales que gozan de aberturas de aluminio, los cuales no solamente permiten disfrutar de la vista al mar, sino también de la propia ciudad.

Los espacios están muy bien resueltos, la cocina se integra al living del mismo modo que al comedor y podrá encontrarla perfectamente amueblada con placares sobre y bajo mesada.

Los pisos son de listones texturados, en símil madera, que otorgan una mayor amplitud y calidez en las habitaciones.

En el último nivel del edificio Estrellas del Sur, la barbacoa que citábamos anteriormente, estará diseñada y abastecida para un especial uso junto a la familia y amigos. Se ofrecen las mejores vistas panorámicas que comprenden desde Punta Carretas hasta la Ciudad Vieja.

Aquellas unidades con vista al mar que dan al Sur, cuentan con ventanas dobles.

Ordenamiento de las unidades:

-    Las que se encuentren numeradas del 103 al 1103 y del 101 al 1101, dan a la calle Gonzalo Ramírez.
-    Del número 104 al 504, y del 108 al 508, están sobre la calle Ejido.
-    Las unidades comprendidas entre el número 609 al 1109, del 608 al 1108, del 107 al 507 y del 106 al 506, se encuentran sobre la calle Islas de Flores.
-    Por último, las numeradas del 102 al 505, y del 105 al 505, están sobre la dirección Aquiles Lanza.

Las unidades del 605 al 1105, así como las del 606 al 1106, tienen doble frente sobre la calle Ejido y Aquiles Lanza.

Este proyecto se encuentra regido bajo la normativa de la Ley de Vivienda Social, por lo tanto, tendrá la posibilidad de acceder a los beneficios otorgados para compradores finales o inversores.
 
Contará con la exoneración del IVA al 10% del precio de compra. Estará exento del Impuesto al Patrimonio (IP) durante 10 años, del pago del Impuesto a las transmisiones patrimoniales (ITP) serán al 2% sobre valor de catastro.
 
En cuanto al alquiler, se establece la exoneración del 50% del IRPF  (10,5/12%) o del IRAE (25/32%) también durante el período de 10 años. 


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La fecha de entrega está estimada para el mes de diciembre del año 2015.


Precios Edificio Estrellas del Sur

Los gastos de ocupación son del 4%. 
Garajes opcionales desde los us$ 13.000

Contacto Edificio Estrellas del Sur